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Relax darling. I just want us to be even.
1st page ask submit the captain interested? little sister get the fuck out ©
Garrett Miller: Ravenclaw, seventeen years old, Prefect, Quidditch Captain and Seeker.

Some of them want to use you, some of them wanna get used by you. Some of them want to abuse you, some of them want to be abused. I wanna use you, and abuse you. I wanna know what's inside.

Don’t test me.




#gm  
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#gm  
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@Lucy

lucymonroerpg:

Lucy deu um passo para trás assim que escutou a risada do amigo. De olhos bem abertos, ela o fitou. Nunca o escutara rir daquele jeito. Pensou, se recompondo. – Mas já? – Ela perguntou de imediato, permitindo exibir o próprio desagrado. Não desejava se despedir do garoto, não depois de tanto tempo sentindo a ausência dele. ‘- Você vem comigo? Dois pares de olhos patrulham melhor que um. –‘ A pergunta de Garrett a deixou sem palavras. – É claro. – Respondeu, assim que entendeu que o Monitor desejava a sua companhia. No minuto seguinte, seu coração pulsava animadamente, diante da expectativa de ficar mais algum tempo ao lado dele. – Mas será que não vou te causar problemas? – Perguntou meio preocupada. Lucy não era monitora, afinal. Dando de ombros, a menina o seguiu. O castelo estava em silêncio e na penumbra, mesmo assim, sentia-se segura junto ao moreno. Desde os últimos acontecimentos, a pequena não se dava ao luxo de perambular pelo castelo depois do toque de recolher. Ainda mais, contando com o fato de ter problemas com Sonserinos. – Por onde começamos? – A menina indagou curiosa.

Enroscou o braço envolta do ombro da pequena Corvina, vendo que ela concordara com a companhia. É claro que concordara, ela faria tudo para ter mais tempo com Garrett. - Relaxa. Qualquer coisa você se esconde atrás de mim, já que é tão pequena. - Afagou carinhosamente os cabelos de Lucy, sorrindo. - Bem, levando em conta que agora o número de pessoas para patrulhar o castelo aumentou… - Ele parou concentrado em seus pensamentos por um instante. - Vamos descer. Agora que acabou o jantar, é sempre bom revistar os primeiros andares para ver se não há nenhum engraçadinho. - E com o terminar das palavras, puxou-a em direção as escadas, com sua varinha em mãos e produzindo uma luz na ponta da mesma para iluminar o caminho de ambos. Miller permaneceu quietos por alguns minutos, absorto em seus pensamentos. Não saberia como dizer o que desejava e sentia que nunca conseguiria por em palavras o que queria. - Não sei se conseguirei ser realmente sociável. - Lançou, cortando o silêncio entre os dois. - Mas estou realmente grato à você e nunca me cansarei de dizer isso. Quando eu disser tudo o que aconteceu aos meus pais, eles se recusariam com a vida deles a aceitar. - Riu consigo, imaginando principalmente a reação de sua mãe. - Mas eles também estariam eternamente gratos à você.


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@Lucy

lucymonroerpg:

O sorriso que surgiu nos lábios de Garrett surpreendeu a Corvina, Lucy nunca o vira sorrir daquela maneira e sem conseguir evitar o impulso, permitiu-se abrir outro sorriso, acompanhando-o e observando a cicatriz presentear seu rosto. Monroe fechou os olhos e ficou tentada a tocá-lo, mas parou. Desejava sentir os detalhes daquela cicatriz. Foi quando ele a tocou, sua mão formigou quando a dele apertou a sua. Imediatamente, a morena reabriu os olhos e mirou suas mãos unidas. O corpo de Lucy gritava: Quero que me ame, enquanto ele tocava seu rosto. Por um longo instante, ficou dominada pela doçura daquele gesto. ‘- Você é linda. –‘ E por fim, aquelas palavras. Seu corpo inteiro pareceu derreter e a menina sorriu sem jeito. Monroe precisou de toda a força de vontade do mundo para brincar. – Você diz isso para todas. – Falou, desviando o olhar.

Seu coração batia com força, enquanto ela tentava encontrar as melhores palavras para conseguir descrever aquele momento em sua mente. – Você não me deve nada Garrett. – A corvina respondeu, enquanto ele beijava sua testa. Suas pernas vacilaram e a morena acreditou que fosse cair. Se a menina deixou transparecer suas emoções, Miller fingiu não perceber e Lucy respirou aliviada. – Você está me deixando sem graça Garrett. – Admitiu, abrindo um sorriso para disfarçar seu nervosismo.

- Para todas? - Repetiu ele com um certo ar cômico. Garrett gargalhou. A risada soava meio macabra, mas ainda assim pura. Como poderia ele dizer uma coisa daquelas para outras se mal ele se socializava? Lucy era pura, inocente e ingênua, muitas vezes o Corvino se sentia incapacitado, ou até mesmo proibido de permanecer ao lado dela. A corrompiria. Garret, na visão de outros, de muitos, não era uma boa companhia, sequer era uma companhia. Mas desde quando se importava com o que os outros diziam dele? Lucy percebia que não era exatamente assim, uma vez que permanecia junto do maior. Ele sorriu com as palavras da Corvina. Adorava deixá-la sem graça, assim como adorava fazer isso com Kate - por mais que com esta, a dificuldade aumentava um pouco. - Agora que me recordei, preciso patrulhar. - Mas não desejava se separar de Monroe tão cedo. - Você vem comigo? Dois pares de olhos patrulham melhor que um. - O que, em fato, era verdade. Nunca soube se poderia levar alguém não-monitor para patrulhar consigo, mas como descobriria então se não tentasse? 


imaslytherinbitch:

Or yet in wise old Ravenclaw,
If you’ve a steady mind,
Where those of wit and learning,
Will always find their kind.